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O Papa Francisco “tem pena” de não vir aos Açores e deixa o convite para um encontro em Fátima com todos os diocesanos insulares açorianos. O anúncio foi feito por D. João Lavrador numa entrevista ao Igreja Açores.

“O Papa teve a delicadeza de responder por escrito ao nosso convite dizendo que tinha pena mas não podia ir mesmo aos Açores, mas que deixava um convite a todos os que pudessem que estivessem unidos a ele em Fátima para rezarem juntos” adiantou D. João Lavrador que promete divulgar em pormenor esta missiva do Santo Padre, que nos próximos dias 12 e 13 de maio estará na Cova da Iria para celebrar o Centenário das Aparições.

Nesta conversa com o programa de Rádio Igreja Açores, o bispo de Angra lembra que este ano não está prevista qualquer peregrinação diocesana mas está convencido de que “serão muitos os grupos que irão estar na Cova da Iria” e por isso seria bom que se “fizessem anunciar”.

O Bispo de Angra será um dos prelados nacionais presentes em Fátima na primeira Grande Peregrinação Internacional Aniversária deste ano jubilar no Santuário Mariano e lembra a ligação de todos os açorianos a Nossa Senhora.

“A religiosidade açoriana seja de tipo cristológico seja pneumatológico, ligado ao Espirito Santo, tudo se conjuga e tem subjacente uma ideia mariana” refere D. João Lavrador dizendo que o terço é a oração que açorianos mais rezam.

“Desde os Romeiros aos tríduos preparatórios das grandes festas, o terço, o rosário é sempre um dos elementos presentes” refere.

“A oração que os açorianos mais rezam é a do rosário, seja no Santo Cristo, seja nos romeiros, seja numa peregrinação ou numa vígilia, é sempre o terço que está na base da oração dos açorianos” conclui o prelado lembrando que é também por isso que se refere sempre a Nossa Senhora como “mãe e rainha dos Açores”.

O Papa Francisco estará em Fátima nos próximos dias 12 e 13 de maio para presidir à Peregrinação Internacional de Maio, fazendo-se peregrino entre os peregrinos.

O Slogan da visita é “Com Maria, peregrino na esperança e da Paz” e esta visita ganha uma visibilidade e uma importância acrescidas pelo facto de ser uma viagem à Europa onde o Papa tem sido muito contido.

DL/IgrejaAçores

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