(c) CML
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A Juventude Social-democrata (JSD) do concelho de Lagoa foi recebida em audiência pelo presidente da Câmara Municipal de Lagoa no passado dia 17 de março.  A audiência, solicitada pela JSD Lagoa, teve como objetivos a apresentação de cumprimentos dos seus novos dirigentes, recém-eleitos, bem como a discussão sumária dos principais assuntos em que a JSD poderia colaborar com a autarquia em prol dos jovens lagoenses e das instâncias onde o diálogo que visa este fim possa ocorrer, nomeadamente o Conselho Municipal de Juventude.

Segundo a JSD local, os serviços da Câmara acederam ao pedido de audiência, coincidência, ou não,após a reunião de Câmara de 7 março da qual sobressaiu a proposta, por parte do Partido Socialista, de criação do Conselho Municipal de Juventude.

Diz a JSD Lagoa que, desta forma, foi corrigida uma ilegalidade que perdurava desde 2008, uma vez que a constituição de tal órgão é obrigatória por força do Decreto Legislativo Regional n.º 18/2008/A, de 7 de Julho, refere o comunicado hoje emitido.

Os jovens social-democratas de Lagoa referem que, no âmbito da reunião, o presidente da autarquia enalteceu o que tem feito pela comunidade jovem lagoense e, no que diz respeito ao Conselho Municipal de Juventude, o mesmo teve sublinhou que é um órgão meramente consultivo e sem poder de decisão, menosprezando a sua importância.

No comunicado, a JSD Lagoa diz não ter solicitado a colaboração da CML, ao invés, ofereceu a sua colaboração em favor dos jovens da Lagoa. 

Por outro lado, referem os jovens social-democratas que a autarquia, só refere medidas de curto prazo e não dispõe de uma estratégia concertada de combate ao desemprego jovem que é um das questões mais sensíveis e que condiciona todas as outras.

“Os estágios que os jovens realizam na autarquia lagoense são uma oportunidade sobretudo para a autarquia que dispõe assim de mão-de-obra jovem, qualificada e remunerada por outras entidades que não a CML”, refere o comunicado.

A JSD de Lagoa refere que “procurará sempre ter uma postura positiva, de modo a ser parte integrante da solução e não do problema. A JSD Não se acha dona da verdade, nem entende que existem caminhos únicos na busca do bem-estar comum”. 

DL

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