(c) Gacs
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O Secretário Regional da Saúde afirmou que as equipas de intervenção precoce devem atuar em cada uma das ilhas dos Açores “de forma autónoma”, mas frisou que deve ser sempre “assegurada uma homogeneização de procedimentos”. 

Luís Cabral, que falava no encerramento das II Jornadas de Intervenção Precoce, salientou que a realidade geográfica dos Açores “exige que o trabalho dessas equipas seja desenvolvido de forma autónoma”, acrescentando, no entanto, que “deve ser sempre assegurado e solidificado o desenvolvimento regional, não só pelas vantagens da homogeneização de procedimentos, como também pela evolução harmoniosa da sociedade açoriana”. 

O Secretário Regional sublinhou também que “devem ser usados os canais de comunicação previstos para relatar as dificuldades no terreno e a falta de recursos humanos”, assegurando que o Executivo “está disposto a trabalhar na resolução das dificuldades”.  

A intervenção precoce implica um trabalho articulado de equipas multidisciplinares que atuam no despiste e sinalização de situações de crianças em risco, seja de natureza física, biológica ou psicossocial, e no diagnóstico das necessidades do respetivo agregado familiar. 

Constitui também função dessas equipas a facilitação do acesso aos serviços e recursos disponíveis nos sistemas de Segurança Social, Saúde e Educação.

 O Governo dos Açores reconhece a intervenção precoce como uma área de grande cuidado e atenção e “assume a sua responsabilidade através de uma intervenção tripartida, nas áreas da Saúde, da Educação e da Solidariedade Social”, sublinhou Luís Cabral.

DL/Gacs