João Ponte satisfeito com a abertura de novo empreendimento industrial na Lagoa

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O Presidente da Câmara Municipal de Lagoa participou na abertura do novo empreendimento industrial do Grupo Sicosta, a SSCC Soluções Agropecuárias, SA.

Um investimento que, segundo o edil lagoense “vem contribuir para o reforço da economia da Lagoa com a criação de mais postos de trabalho”.

Na ocasião João Ponte frisou que “este novo empreendimento fabril virá acrescentar ainda mais valor ao grupo Sicosta,  contribuindo para aumentar a concorrência e assumindo-se simultaneamente como uma mais-valia no âmbito do setor agrícola.

Reconheceu que “este investimento foi criado numa zona industrial do concelho que precisa de melhorar os seus acessos à cidade e à via rápida Lagoa – Ribeira Grande, mas estamos a aguardar a entrada do próximo quadro comunitário, pese embora os fundos para as acessibilidades sejam muito reduzidos”.

Para João Ponte, “se não for com o recurso aos fundos comunitários a maioria dos municípios nos Açores não tem condições para promover investimento, muito por força da perda de mais de 20% das receitas próprias nos últimos 6 anos.

Salientou que “apesar da perda de receitas próprias o município da Lagoa, como forma de incentivo à economia local dispõe de condições especiais de redução e isenção de taxas e licenças, nomeadamente com a aplicação de 30% de redução em investimentos no comércio, indústria e serviços, de 50% em investimentos no Tecnoparque, e ainda, a isenção de taxas na freguesia da Ribeira Chã e no Lugar dos Remédios. Em 2015, apesar da situação económica e financeira dos municípios apelar ao aumento das taxas e impostos, a Lagoa irá manter o IMI na taxa mínima”.

Para o autarca lagoense “os pólos industriais são um motor de desenvolvimento dos territórios, dando como exemplo o caso da freguesia do Cabouco que, nos últimos 20 anos registou um crescimento imparável, nomeadamente ao nível da sua população que cresceu 36,7%, enquanto o crescimento no concelho foi de 12% e nos Açores de 3,7%”.

Manifestou que “apesar das dificuldades em que muitas empresas se encontram, tem a firme esperança que com novos investimentos e com a boa utilização do próximo quadro comunitário, a situação melhore e que num futuro próximo seja retomada a dinâmica que esta zona industrial possuía há uns anos atrás”.

Segundo o edil lagoense “a aposta na empregabilidade local é preponderante para o desenvolvimento económico do concelho, daí que todos os contributos para a criação de emprego sejam importantes e necessários, quer seja através da criação de emprego sustentável, quer seja através dos programas de emprego”.

Como exemplo referiu que “em 2014, o município de Lagoa integrou mais de 200 colaboradores, investindo 200 mil euros o que permitiu injetar 1,4 milhões de euros na economia da Lagoa, proveniente da comparticipação do governo regional, retirando assim mais de 200 famílias do limiar da pobreza”.

DL/CML

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