Opinião: Livro «Qual o papel senão o de resistir?» de Júlio Tavares Oliveira

Foi com a maior alegria que no passado dia 30 de junho estive presente, no salão nobre do Convento dos Franciscanos na apresentação deste magnífico livro.

Devo dizer com verdade, esperança e até com certeza que este quarto livro do Júlio Tavares Oliveira «Qual é o teu papel senão o de resistir?» é um grande incentivo à resistência.

Na verdade dos fracos não reza a história.

Ouvimos muitas vezes que a esperança é a última a morrer.

Mas os crentes, os que acreditam na esperança, os resistentes afirmam com verdade e convicção que a esperança nunca morre.

O «papel» mais do que substância é uma ação, um desempenho, uma atitude determinada em agir e cumprir e em ajudar a cumprir a verdade, alicerce da Esperança.
Na apresentação deste livro, ouvi com interesse e atenção testemunhos de fé na cultura e para a cultura.

Júlio, não podias estar melhor ladeado e apoiado. Não podias ter escolhido melhores apresentadores, comentadores, declamadores.

Senti que falaram todos a mesma linguagem em termos culturais, porque exteriorizaram com criatividade, autenticidade e felicidade o gosto pela cultura no antes, no presente e no depois.

Para mim, a apresentação do teu quarto livro, foi uma bela oportunidade para sentir, para voltar a sentir que a vida é um preciosíssimo dom de Deus. Por isso, há que dar valor à vida e resistir, mesmo na adversidade.

Obrigado Júlio. És um jovem talentoso, detentor duma cultura invulgar para a tua idade.

Congratulo-me pela tua enorme capacidade de pores a render os teus talentos através da poesia e não só.

Admiro o teu trabalho e partilho da tua felicidade. Parabéns!

Guilhermina Barbosa
(Artigo publicado na edição impressa de setembro de 2018)

Categorias: Cultura, Local

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