Jogadores do Operário sentem-se injustiçados

O guarda-redes do Operário é a voz do descontentamento dos jogadores da equipa da Lagoa, que se sentem injustiçados pelo que se tem passado, principalmente nos últimos jogos.

Falando aos jornalistas na sala de imprensa, após o encontro da 28ª jornada da série E, do Campeonato de Portugal, João Botelho disse que a equipa tem vindo a ser prejudicada jornada após jornada, e os jogadores sentem-se isolados neste atlântico.

Sobre o lance do primeiro golo, da partida deste domingo, na receção ao Oriental, João Botelho foi perentório, “sinto-me revoltado e frustrado, tenho a plena consciência que a bola não entra e é frustrante passar por isso semana após semana”.

Foto (c) Henrique Barreira

“ O balneário sente-se injustiçado até ao limite, têm sido vários os jogos, não houve um único jogo que a equipa não foi prejudicada pela arbitragem”, reforçou o guarda-redes do Operário.

“Vem o árbitro e temos que estar caladinhos porque senão na semana seguinte a equipa tem menos 3 ou 4 jogadores. Sentimo-nos muito tristes com isto”, disse João Botelho.

Recorde-se que o Operário perdeu este domingo, por 0-2, na receção ao Oriental. A duas jornadas do fim, as contas ficam complicadas para os fabris poderem garantir o objetivo da época, ou seja, a manutenção nesta prova.

Em declarações ao Diário da Lagoa, o presidente do Operário, Gilberto Branquinho, admite que realmente as contas estão muito complicadas, “com este resultado o caminho está mais difícil”.

Gilberto Branquinho adiantou que, “no futebol tudo pode acontecer, mas os milagres já não acontecem”.

“Um resultado menos bom, com um golo mal assinalado, que nunca poderia ser marcado, há que encarar estas duas jornadas que faltam, com dignidade, respeitando o emblema do clube”.

Embora admitindo que já seja difícil, o presidente do Operário prefere esperar para o final da prova para depois fazer as contas. “No final fazemos as contas e depois define-se qual será o futuro do Operário”.

DL

Categorias: Desporto, Local

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