Governo Regional confiante que 2018 será um ano de recuperação de rendimento dos agricultores

O Secretário Regional da Agricultura e Florestas manifestou, esta segunda-feira, dia 8 de janeiro, a esperança que 2018 seja um ano de maior afirmação da agricultura, de recuperação de rendimento dos agricultores e de maior notabilidade dos produtos açorianos, fruto de um trabalho conjunto e articulado com os parceiros do setor.

“Espero que 2018 possa significar uma maior afirmação do setor, que haja uma maior recuperação de rendimento por parte dos agricultores, desde logo com o aumento do preço do leite pago pelas indústrias”, afirmou João Ponte, em declarações no final de uma reunião com a Direção da Cooperativa Agrícola de Santo Antão, no concelho de Vila Franca do Campo.

João Ponte frisou que 2018 será um ano de desafios, cabendo, por exemplo, à indústria apostar numa maior valorização para permitir continuar a trajetória de aproximação do preço do leite pago ao produtor em relação ao valor praticado no continente português e na Europa.

“Ao Governo Regional cabe-lhe, entre outros desafios, o cumprimento dos investimentos previstos no Plano, como a conclusão da rede regional de abate, a melhoria das infraestruturas agrícolas (caminhos, água e eletricidade), dar maior ação ao Centro Açoriano do Leite e Lacticínios (CALL) e concretizar a implementação do Centro de Estratégia Regional para a Carne dos Açores (CERCA)”, salientou o governante, acrescentando que também compete à tutela melhorar o tempo de resposta aos projetos de investimento no âmbito do ProRural+.

Segundo o executivo regional, tudo isso, visa garantir a sustentabilidade do setor, o aumento do preço do leite e a redução dos custos ligados à atividade.

Relativamente às cooperativas, João Ponte destacou o papel que estas instituições têm desempenhado em prol do desenvolvimento da agricultura nos Açores, “pelos serviços que prestam e pelo contributo que dão para a melhoria do rendimento dos agricultores”, através de uma política de preços que vai ao encontro das “expetativas dos agricultores”.

No caso particular da Cooperativa de Santo Antão, João Ponte verificou ‘in loco’ que as atuais instalações já não conseguem dar uma resposta desejável às diferentes solicitações do setor agrícola na freguesia de Ponta Garça, pelo que se revê na intenção da instituição em avançar com a sua ampliação.

DL/Gacs

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