“Geoparque Açores eleva os padrões de sustentabilidade do Destino Turístico”

A Secretária Regional da Energia, Ambiente e Turismo afirmou, esta quinta-feira, dia 7 setembro, que o Geoparque Açores tem elevado “os padrões de sustentabilidade” do Destino Turístico da Região, evidenciando a importância do nosso “património geológico singular e de relevância internacional”, com envolvência ativa das comunidades locais numa estratégia de desenvolvimento sustentável.

“O Governo dos Açores tem vindo a apoiar este projeto, nomeadamente a Associação Geoparque Açores, que trabalha em estreita articulação com os Parques Naturais de ilha e com a Azorina, para intensificar a educação ambiental para a geoconservação e para a promoção de geoturismo sustentável”, frisou Marta Guerreiro, que falava, em Ponta Delgada, na sessão de abertura da 14ª Conferência de Geoparques Europeus que decorre até sábado.

Segundo o executivo regional, dos 121 geossítios identificados no arquipélago, a Secretária Regional salientou os vulcões, caldeiras, lagoas, fumarolas, águas termais, fajãs, entre tantos outros, como “elementos caracterizadores do património geológico da Região”, enquanto potenciadores de “um conjunto vasto de experiências e emoções, apoiadas nas suas magnificas paisagens, que aliadas, à flora, fauna e atividades culturais características das ilhas, podem tornar a passagem de qualquer turista pelo nosso arquipélago única e inesquecível”.

Segundo a governante, “a importância destas medidas de sustentabilidade em prol da imagem do Destino Açores é reforçada no Plano Estratégico e de Marketing do Turismo dos Açores, onde estão definidas orientações estratégicas para o reforço e desenvolvimento da nossa atividade turística, no sentido de torná-la, cada vez mais, num setor sustentável, capaz de gerir riqueza, de preservar e criar postos de trabalho”.

Na sua intervenção, Marta Guerreiro acrescentou que para além do PEMTA, será concluído, durante o próximo ano, a revisão do Plano de Ordenamento Turístico da Região Autónoma dos Açores.

“Com estes dois documentos, que são complementares entre si, a Região Autónoma dos Açores ficará dotada com os necessários instrumentos estratégicos e de planeamento para responder a muitos dos desafios que se colocam nesta área, como são os casos da definição das tipologias de alojamento, da capacidade de carga em determinados pontos da Região e a oferta específica a disponibilizar por cada ilha”, reforçou a titular da pasta do Ambiente e do Turismo.

Marta Guerreiro apelou ao “imprescindível contributo ativo” de todas as entidades públicas e privadas que atuam nesta área, deixando a nota de que estes pretendem ser “instrumentos orientadores e regulatórios quer permitam que o Turismo, cada vez mais, se assuma como um pilar da economia regional, através de políticas que garantam a sua sustentabilidade económica e ambiental”.

DL/Gacs

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