“Sublinhemos o esforço que as famílias, as empresas e os poderes públicos despenderam para que déssemos a volta à crise”

O Grupo Parlamentar do PS Açores interpelou, esta quinta-feira, dia 22 de junho, o Governo Regional sobre “Crescimento Económico e Criação de Emprego”. Conforme fez questão de esclarecer André Bradford, na abertura do debate, o objetivo da interpelação passa por “proporcionar uma reflexão alargada, envolvendo o Governo e todas as forças políticas, sobre o caminho que trilhámos, e que nos permitiu crescer em termos económicos e de emprego”, mas, como fez questão de realçar, também se pretende refletir “sobre quais devem ser as opções prioritárias com vista à consolidação futura destes indicadores positivos”.

Segundo uma nota enviada à nossa redação, para o líder parlamentar há indicadores estatísticos que demonstram a retoma da economia Açoriana: “Temos mais cerca de 13.400 Açorianos empregados do que há quatro anos e reduzimos para metade a taxa de desemprego nos últimos três anos, passando de 18 para 9,3% e da mais alta taxa do país para menos do que a média do país e menos do que a Zona Euro”.

“Não se trata nem de um milagre, nem de um conto de fadas. Não é motivo para foguetório, mas é, sem dúvidas nem receios, razão para que sublinhemos o esforço que as famílias, as empresas e os poderes públicos despenderam para que dessemos a volta à crise”, afirmou o líder parlamentar do PS Açores. Foi aliás, junto das pessoas e dos empresários que os deputados do Grupo Parlamentar do PS Açores, confirmaram o clima de confiança que se vive nos Açores, como na empresa “de raiz familiar e média dimensão, que nos últimos três anos contratou mais de três dezenas de funcionários e apostou em novas áreas de negócio” ou junto do empresário que “nos últimos cinco anos, fez investimentos na ordem dos 800 mil euros e passou de cinco para quase 40 funcionários”, entre outros casos.

É que para o PS Açores, estas são preocupações constantes, garantiu André Bradford: “Para nós importam as pessoas. Para nós contam as pessoas que compõem os 9% que ainda não encontraram emprego, contam os empresários que ainda lutam para reequilibrar os seus investimentos e obter retorno, para nós contam os trabalhadores que ainda almejam um vínculo laboral mais estável”.

DL/GPPS

Categorias: Política

Deixe o seu comentário

Your e-mail address will not be published.
Required fields are marked*