Fernando Marques Fernandes enaltece capacidade de mobilização e dinamismo da Associação de Solidariedade Social dos Professores

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O Vice-presidente da Câmara de Ponta Delgada, Fernando Marques Fernandes, enalteceu, esta quarta-feira, dia 8 de março, a ação desenvolvida pela Associação de Solidariedade Social dos Professores, a sua capacidade de mobilização e o dinamismo da respetiva direção e associados.

Fernando Marques Fernandes falava na cerimónia de lançamento do livro “Vidas – Mulheres Açorianas”, atividade Escrita Criativa da Delegação Açores da Associação de Solidariedade Social dos Professores, que decorreu na Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada.

“Vidas – Mulheres Açorianas”, editado pela Publiçor/Letras Lavadas e coordenado por Ângela Furtado-Brum, foi apresentado por Teresa Medeiros no Dia Internacional da Mulher.

Segundo disse o Vice-presidenta da Câmara, o lançamento do livro em apreço “é a prova da capacidade de trabalho da Associação de Solidariedade Social dos Professores, que cumpre um propósito que é o propósito das sociedades modernas, que é o de promover, com a sua ação, a Educação ao longo da vida”.

Segundo a autarquia, trata-se, adiantou Fernando Marques Fernandes, de uma “associação de professores e não de professores aposentados. Ser professor não é apenas uma profissão. É uma forma de estar na vida. E estes professores bem provam que quem o é nunca deixa de o ser”.

Elogiando o trabalho dos oito autores do livro, o Vice-presidente da Câmara de Ponta Delgada destacou o valor das biografias, porque dão a conhecer histórias, que podem servir de exemplo para o futuro.

Sobre o livro, afirmou que “não podia ser mais jubilosa a data de escolha para o seu lançamento (Dia Internacional da Mulher), numa cerimónia que é a expressão do reconhecimento da mulher. A mulher contém em si todos os predicados e as virtudes humanas, com uma diferença: a sua polivalência”.

Fernando Marques Fernandes, em jeito de conclusão, renovou o elogio ao trabalho desenvolvido pela Associação de Solidariedade Social dos Professores que, “fazendo o que deve fazer, faz o melhor que se deve fazer”.

Inspirando-se nas palavras de Natália Correia, mais precisamente no poema “A Defesa do Poeta”, realçou o facto da cerimónia de lançamento do livro em referência ocorrer precisamente no Dia Internacional da Mulher, o que revela bem “a expressão da mulher e o leque da nossa esperança. A mulher é o símbolo da nossa diferença”.

“Vidas – Mulheres Açorianas”, obra é prefaciada pelo escritor Urbano Bettencourt, é uma antologia biográfica de dezoito mulheres açorianas ou que viveram nos Açores. São elas: Alice Atayde, Amélia Enes, Ana Braga, Ângela Alonso, Cecília do Amaral, Cecília dos Santos, Djuta Ben-David, Silvina ‘Iracema’ de Sousa, Leonor Frazão, Margarida Garcez, Maria do Rosário Nascimento, Maria Teodora Borba, Mère Paul du Christ, Natália Almeida, Natália Correia, Olga Lopes, Regina Tristão da Cunha e Rosa Fontes.

Todas essas mulheres são reconhecidas pela sua paixão pelo ensino e educação, pela cultura e artes, pela sua força, coragem e amabilidade na sua luta pelas dificuldades da vida, estas mulheres, umas (re)conhecidas pela sociedade açoriana, outras anónimas, mulheres comuns do quotidiano, mas amadas e respeitadas na localidade onde viveram, todas elas, à sua maneira, contribuíram para o bem-comum e fizeram do seu mundo um lugar melhor.

DL/CMPD

Categorias: Regional

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