“Governo está, como sempre, totalmente disponível para o diálogo e a concertação com os parceiros sociais”

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O Presidente do Governo reafirmou, em Ponta Delgada, a disponibilidade do Executivo açoriano para o diálogo e a concertação com os parceiros sociais, manifestando total abertura para estudar as propostas que lhe foram entregues pela Câmara de Comércio e Indústria dos Açores, Federação Agrícola dos Açores e UGT/Açores.

“Estamos abertos, disponíveis e interessados em trabalhar e em dialogar com os parceiros sociais, quer os que aqui estão, quer outros que possam ter relevância para esta questão”, assegurou Vasco Cordeiro, acrescentando que “todos os pontos da proposta dos parceiros sociais serão analisados pelo Governo Regional”.

Relativamente às propostas que foram apresentadas e que estão relacionadas com alterações ao funcionamento dos Conselhos de Ilha e do Conselho de Concertação Estratégica, Vasco Cordeiro assumiu o “compromisso de trabalhar com os parceiros sociais para podermos melhorar o que já temos”, mas recordou que a alteração dos diplomas legais que têm a ver com o funcionamento destes dois órgãos “é da competência da Assembleia Legislativa”.

Especificamente em relação aos Conselhos de Ilha, Vasco Cordeiro frisou que “a solução tem que ser geral, para todos, e não seletiva em relação a algumas ilhas”, recordando que estes órgãos funcionam de forma normal em algumas ilhas, apesar de suscitarem alguma controvérsia noutras.

No que se refere à proposta de pacote fiscal apresentada ao Presidente do Governo pelos parceiros sociais presentes nesta audiência, Vasco Cordeiro assegurou que o Executivo açoriano “não tem qualquer receio em exercer a Autonomia do ponto de vista da política fiscal”, recordando que foi por proposta do Governo dos Açores que, em 2015, ocorreu uma baixa de impostos na Região.

Nas declarações que prestou no final da audiência, Vasco Cordeiro salientou ainda que a proposta que lhe foi entregue apresenta uma diferença importante relativamente a outra que foi recentemente rejeitada na Assembleia Legislativa, que é ter uma abordagem global.

Questionado pelos jornalistas se será possível atingir um entendimento com os parceiros sociais a tempo de integrar esta proposta no Orçamento da Região para 2017, Vasco Cordeiro defendeu que o mais importante é “trabalhar bem e aprofundadamente sobre as propostas”.

DL/Gacs

Categorias: Regional

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