Discutir a responsabilidade do corte de rendimentos ou o mérito da sua reposição é hoje a grande diferença, afirma Sérgio Ávila

ALRAA Faial Assembleia governo Sergio Avila

O Vice-Presidente do Governo dos Açores salientou  a “diferença significativa” entre o que o que discutia, há alguns anos, na Assembleia Legislativa regional, e o que agora se discute a propósito de salários e de impostos.

Sérgio Ávila, que falava, no parlamento, no decurso do debate suscitado por uma declaração política de um partido da oposição, afirmou que “durante vários anos estávamos aqui a discutir quem era responsável pelos cortes, pela redução do rendimento, pelo aumento dos impostos e pelos cortes na função pública.”

O Vice-Presidente do Governo realçou, a propósito, que “os açorianos vão ter, pela primeira vez no espaço de cinco anos, um aumento efetivo e real do rendimento disponível.”

Esse aumento, segundo explicou, deriva do aumento do salário mínimo nacional, “que nos Açores é ampliado em 5 por cento”, da redução dos impostos sobre o trabalho, “nomeadamente pela anulação da sobretaxa sobre o IRS”, e da “reposição total dos vencimentos dos funcionários públicos.”

O Vice-Presidente do Governo considerou também importante, “para alavancar estas medidas de aumento de rendimento”, a solução encontrada pelo Governo da República para a questão do BANIF.

Sérgio Ávila começou por enaltecer “o cuidado e a atenção que o atual Primeiro-Ministro teve para com a Região e para com o Governo dos Açores”, salientando a “preocupação clara, que ficou expressa na solução final, de proteger os depositantes açorianos, proteger os balcões e os trabalhadores.”

Para o Vice-Presidente, o Primeiro-Ministro teve “a coragem de assumir um encargo para o país que tinha como contrapartida, se não fosse assumido, um custo que se repercutia, essencialmente, nas regiões autónomas.”

Na sua intervenção o Vice-Presidente do Governo disse ainda que “felizmente para os Açores a para a Madeira houve quem encarasse o problema de frente, encontrasse a melhor solução possível e defendesse o futuro da economia dos Açores e da Madeira contra o desinteresse a que esta matéria foi votada pelo anterior Governo.”

DL/Gacs

Categorias: Regional

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