O “MONTANHA” é arte e aventura em janeiro na ilha do Pico

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A MiratecArts apresentou a programação para a segunda edição do Montanha Pico Festival no Dia Internacional das Montanhas. Este projeto da associação faz parte do calendário das Nações Unidas com o Mountain Partnership para celebrar montanhas através de arte e cultura artística.

O mês de janeiro, na ilha montanha, fica, assim, recheado de programação. Exposições de pintura, fotografia e escultura encontram-se em várias localidades da ilha, incluindo na Gare Marítima da Madalena, na Câmara Municipal da Madalena, na Casa da Montanha e no Museu dos Baleeiros. Sessões de curtas metragens ocorrerão todas as quartas-feiras na MiratecArts – Estádio Municipal da Madalena, e existirá uma sessão especial com o realizador Luis Filipe Rocha, no Auditório do Museu dos Baleeiros, durante a qual apresentará o seu último trabalho, intitulado Cinzento e Negro, em pré-estreia nacional.

Aos domingos, acontecerá o “Chá na Casa da Montanha”, onde se apresentarão histórias, livros e arte, tudo isto relacionado com a cultura montanhosa. São tardes relaxantes e educativas, acompanhadas com chá e o já famoso licor dourado Lajido. Madalena Matoso e Pedro Cuiça lançam os seus livros, Verónica Melo apresenta uma coleção de carimbos da flora dos Açores, que inclui o Bremim da Montanha, e um grupo de artistas apresentarão a sua arte. Estes são eventos que não quererão perder.

A música chega ao festival com o Senhor Vulcão, que apresentará o seu CD, adequadamente intitulado Montanha, no Auditório do Museu dos Baleeiros. O violoncelista Guilherme Rodrigues também participará num evento único: o primeiro concerto de violoncelo no ponto mais alto de Portugal. Convidamos a audiência a juntar-se à aventura, liderada pela nova empresa turística ÉPICO, e, assim, subir a montanha para este momento especial a 2351m acima do mar.

O escritor Paulo da Costa, vencedor do Prémio Commonwealth (mundo inglês) vem do Canadá ao Pico para partilhar o poema eco(lógico),entre outros trabalhos. A equipa de bailarinas picoenses, lideradas pela coreógrafa Sofia Sousa, apresentam “O Vulcão”, com música de Helder Bettencourt. Workshops, desde arte ao ambiente na temática, serão apresentados nas escolas da ilha, e outras surpresas irão surgir durante o mês de janeiro, mês este que, antes do festival entrar na agenda, era considerado o mais calmo na ilha negra no que concerne ao turismo.

DL/MA

Categorias: Cultura

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