Alteração à carreira docente nos Açores “é mais um experimentalismo” para com uma classe “mal tratada pelos socialistas”

CDS PP Educação debate ALRAA estatuto Carreira docente

A Deputada do CDS-PP Açores Ana Espínola afirmou, esta terça-feira, que as alterações ao Estatuto da Carreira Docente, propostas pelo Governo Regional, para vigorarem a partir do próximo ano lectivo, é “mais um experimentalismo”, que “está longe de reunir consenso” e enferma de “supremos requintes de malvadez” que perpetuam que a carreira dos professores continue a ser “tão mal tratada pelas governações socialistas nos Açores”.

Numa intervenção, no Parlamento, no âmbito da discussão das alterações ao diploma regional que rege a carreira docente nas ilhas, Ana Espínola considerou que a proposta governamental é mais “uma oportunidade perdida” para “definir os princípios porque se deve nortear um professor, marcando indelevelmente a atividade docente e conferindo-lhe dignidade” e salientando que tal opinião “ressalta de pareceres que acentuam profundas divergências relativas a matérias relevantes da carreira docente, bem como existem pareceres que chegam ao ponto de salientar que a reforma proposta ‘marca um retrocesso para a classe docente dos Açores’”, ironizando que “nem no tempo da reforma do Secretário Álamo de Meneses se conheceram pareceres com este teor de adjetivação”.

Ana Espínola foi, entretanto, clara na forma como o CDS-PP entende que os professores devem ser reposicionados na carreira: “os professores devem ser reposicionados na recauchutada carreira, de acordo com o seu tempo integral de serviço, entendendo também que o mesmo deve suceder com os docentes contratados que desempenhando as mesmas funções que os professores em carreira devem auferir pelo escalão correspondente ao tempo de serviço”, revela uma nota do CDS-PP.

DL/CDS-PP

Categorias: Política

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