Clero de São Miguel defende mais formação e recomenda “prudência” nas novas nomeações

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O Clero de São Miguel defende uma aposta na formação “mais geral e articulada” quer dos sacerdotes quer dos leigos e “um maior acompanhamento dos movimentos eclesiais” na ilha, disse ao Sítio Igreja Açores o Vigário Episcopal para São Miguel, depois da Assembleia de ilha , realizada no Centro Pastoral Pio XII, em Ponta Delgada.

Na reunião, que contou com a presença da esmagadora maioria do clero no ativo e foi palco de “um debate muito animado mas profícuo”, fez-se uma análise da situação pastoral na ilha que mereceu “alguns reparos, embora também se tenham salientado aspetos positivos”, disse o Pe Cipriano Pacheco.

“Há muita coisa que falta fazer, por exemplo uma aposta na formação geral e de forma mais articulada, bem como um maior acompanhamento dos movimentos eclesiais, dando-lhes mais atenção e formação pois nota-se um envelhecimento destes movimentos”, precisou o sacerdote, lembrando que isto decorre do facto de até agora se ter apostado “numa pastoral de manutenção e pouco numa pastoral missionária”.

Por isso,  o clero quer também uma “atenção mais incisiva à evangelização não só da religiosidade popular mas também da oficial”, disse ainda o Vigário Episcopal para a ilha de São Miguel.

A situação de “transição” que a diocese vive foi outro dos pontos em análise, segundo o Vigário Episcopal que termina no final deste ano pastoral a sua provisão.

Nofinal da reunião ficou decidido que um grupo de três sacerdotes- os padres Ricardo Tavares, Duarte Melo (São José) e Norberto Brum (Santa Clara)- redigiria um documento a apresentar ao prelado com a análise do ano pastoral e um conjunto de sugestões para o ano que se aproxima, refere o sitio Igreja Açores.

DL/IA

Categorias: Religião

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