BE insiste que a redução de impostos na Região devia ter sido mais abrangente

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O Bloco de Esquerda votou a favor da redução de impostos nos Açores, mas reiterou que esta diminuição da carga fiscal na Região, deveria ter sido efectuada até ao limite máximo permitido – 30% inferior em relação aos impostos no continente – no IRS e no IVA, como forma de aumentar o poder de compra dos trabalhadores, e provocar o consequente impacto positivo na economia.

“As empresas açorianas iriam ser beneficiadas com algum maior desafogo das famílias através da diminuição da carga fiscal directa e indireta, o que permitia um maior consumo”, explicou a deputada Lúcia Arruda.

Acusa o Governo Regional de estar a praticar “uma manobra de ilusão” para justificar a não reposição do diferencial no seu tecto máximo no IRS e no IVA”. Se, na República, o PS considera que a redução de impostos, faz crescer a economia, o que aumenta a arrecadação de impostos e diminui o desemprego e, consequentemente, as despesas com apoios sociais, porque é que, nos Açores, o PS não põe em prática esta política, levando até ao limite as suas competências autonómicas? Questionou a deputada do BE.

Lúcia Arruda deixou ainda críticas ao atraso de – no mínimo – cinco meses até a redução de impostos começar a ser aplicada, e pelo facto de o Governo ter aproveitado para efectuar cortes orçamentais e contrair mais empréstimos, sem que haja sequer a certeza de tal ser necessário.

DL/BE

Categorias: Política

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