Sofia Ribeiro porta-voz dos deputados do PPE da Comissão de Emprego

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A Eurodeputada Sofia Ribeiro interveio, em representação dos deputados do Partido Popular Europeu (PPE) da Comissão de Emprego e Assuntos Sociais, na reunião da família política do Grupo PPE, no âmbito da Semana Interparlamentar Europeia.

Sofia Ribeiro, que é a relatora do PPE (maior grupo político no Parlamento Europeu) para o Semestre Europeu, dissertou sobre a linha orientadora do seu grupo político para as questões do emprego e dos assuntos sociais. A Eurodeputada afirmou que “a criação de emprego, crescimento e investimento deverão estar sustentados num modelo de economia social de mercado, assegurando assim um crescimento sustentável” tendo prosseguido “não existirá um crescimento duradouro sem estabilidade e não existirá estabilidade sem crescimento”. Segundo Sofia Ribeiro existem três pilares fundamentais que resultam da análise anual de crescimento para 2015, nomeadamente o investimento, reformas estruturais e responsabilidade fiscal, tendo afirmado que “o investimento em empregos de qualidade, no capital humano, na pesquisa e inovação, é essencial para expandir o potencial de crescimento europeu e criar prosperidade. Assim, importa que exista uma melhor aplicação dos dinheiros públicos, e uma maior orientação para o crescimento e uma melhor orientação para a criação de emprego, assente na necessidade de reformas estruturais. Para tal é necessário que se elimine os encargos administrativos e burocráticos dirigidos aos empreendedores, às micro, pequenas e médias empresas e às start-ups, sem diminuir os níveis de protecção aos consumidores, sociais e ambientais”.

A Eurodeputada defendeu ainda “uma forte aposta nas políticas de investigação, no desenvolvimento de um alto nível de qualidade na formação e educação, de modo a manter assim a competitividade da indústria europeia”.

A finalizar a sua intervenção, Sofia Ribeiro afirmou que “corremos o risco de que toda uma geração não tenha acesso a um sistema de pensões. Há também a ideia de que os partidos da família do PPE não têm em conta os aspectos sociais, mas apenas a economia de mercado e que a austeridade vem da União Europeia. Nada mais errado.O PPE tem preocupações sociais, nomeadamente com a sustentabilidade e eficácia destes apoios e a austeridade surge porque os Estados-Membros e os parlamentos não têm feito o seu papel de garante de estabilidade e do crescimento, cedendo a tendências populistas e eleitoralistas, mas completamente irrealistas. Temos o dever de deixar às novas gerações empregos e não dívidas”.

DL/GSR

Categorias: Política

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