Autarquia Lagoense relembra ao grupo parlamentar do PS compromissos eleitorais para a Lagoa

A ampliação do Porto dos Carneiros; a construção de uma creche na Vila de Água de Pau e a requalificação da Escola Pe. João José do Amaral (Fisher), foram promessas eleitorais do partido socialista, aquando das eleições legislativas, e que foram recordadas num encontro mantido entre o presidente da Câmara Municipal de Lagoa, João Ponte, e os deputados regionais do Grupo Parlamentar do Partido Socialista, eleitos por São Miguel.

Tratou-se de uma visita de cortesia, para apresentação de cumprimentos ao novo executivo camarário e a toda a sua equipa, integrado no roteiro social desenvolvido por este Grupo Parlamentar, que compreende visitas e reuniões de trabalho com as IPSS da ilha de S. Miguel, neste caso concreto, de visita à Santa Casa da Misericórdia de Santo António da Lagoa.

A ocasião foi aproveitada pelo presidente João Ponte para relembrar ao Grupo Parlamentar os compromissos eleitorais previstos para o concelho de Lagoa, e mostrou ainda preocupação pelos poucos investimentos previstos para o concelho da Lagoa na Carta das Obras Públicas da Região, comparativamente com outros concelhos da Região.

Relativamente aos problemas sociais do concelho, João Ponte, salientou que tem havido um grande esforço da Câmara Municipal na criação e adoção de medidas que colmatem este tipo de problemas, enumerando as políticas sociais que têm sido aplicadas neste domínio, das quais se destacam o Fundo de Emergência Social (FES); o apoio ao idoso, através do Cartão Municipal do Idoso; o apoio à habitação degradada e o grande esforço de combate ao desemprego local, através da adesão aos programas de emprego do Governo Regional, nomeadamente FIOS, RECUPERAR e CTTS, ao abrigo dos quais atualmente se encontram a trabalhar na Câmara Municipal cerca de 200 trabalhadores.

Segundo uma nota da autarquia, o edil lagoense frisou que, em 2014 permanecem evidentes os sinais de uma espiral negativa que tem conduzido as empresas, as famílias e as instituições a momentos de grandes dificuldades, a que os municípios não são alheios, continuando a ser o elo mais fraco, estando assim sujeitos a reduções contínuas e drásticas nas suas receitas, sendo mesmo obrigados a repensar investimentos e projetos e a redefinir o seu modo de atuação.

DL/CML

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